Wednesday Fevereiro 1, 2023
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ANIESA ENCERRA EMPRESA TAFLANY NO DISTRITO DO NGOLA KILUANJE

A Autoridade Nacional de Inspecção Económica e Segurança Alimentar (ANIESA) determinou ontem 19/01/2023. O encerramento definitivo das instalações da empresa TAFLANY. Localizado no Distrito Urbano do Ngola Kiluanje, por outro lado a empresa foi orientado a pagar uma multa de 4 milhões de kwanzas, devido “as pessimas condições encontradas no interior das instalações da empresa”.

Depois de tantas denúncias feitas pela população, sobre a problematica do Cheiro nauseabundo, nuvens de pó, infestação de insectos no Distrito do Ngola Kiluanje, concretamente no sector Antero e Porto Pesqueiro, a Administração do Distrito, auscultou a população sobre as denuncias feitas contra a empresa TAFLANY pela  a actividade exercida.

Das denúncias feitas, a Administração convocou em muitas ocasiões a referida empresa, para reunirem, mais os responsáveis mandavam sempre os Advogados, facto que preocupava a Administração.

Entretanto nesta Quinta-feira, 19/01 a Autoridade Nacional de Inspecção Económica e Segurança Alimentar (ANIESA), orientou o encerramento definitivo das instalações da empresa TAFLANY, sendo que a mesmo foi multado a pagar 4 milhões de Kwanzas.

Os tecnicos da ANIESA deslocaram-se até as instalações da empresa, acnpanhado pelo Administrador do Distrito, equipa da fiscalização do distrito, e na presença dos Advogados e de funcionários da empresa orientou e encerrou as instalações.

Segundo uma fonte da ANIESA, “a empresa foi multado a pagar  4 milhões de kwanzas, e dado um tempo para retirar todo produto que esta armazenado no interior das instalações”.

Os populares dizem que “as pessoas queixa-se de um cheiro insuportável, do qual não se consegue livrar mesmo com janelas e portas fechadas e de um intenso pó que parece nevoeiro”. Afirmam.

Os populares acrescentam que, a 19 de Dezembro cerca de 10 pessoas, algumas das quais internadas no hospital, foram picadas por insectos, que têm vindo a se proliferar naquela zona de Luanda. A comunidade considera “um atentado ao ambiente e à saúde humana”.

Segundo o Administrador do Distrito Nelson Muhongo, “Se for considerada um atentado a saúde pública, automatica e precisamente nesse momento a empresa fecha. É essa a nossa luta. Não vamos baixar os braços, vamos lutar com todas as nossas forças”, afirmou o Administrador do Distrito.

Reporter Freelancer: Adão dos Santos

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