Friday Julho 19, 2024
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PRIORIDADE DA EDUCAÇÃO DA CRIANÇA ANGOLANA ANALISADA NA “VISÃO JURÍDICA, PSICOLÓGICA E PEDAGÓGICA”

Três áreas do saber, levaram a mesa uma temática e analisaram a prioridade da educação da criança angolana na visão Jurídica, Psicológica e Pedagógica, a mesa redonda teve como prelectores, o Jurista Adão Luciano, Maria futa Psicóloga organizacional e Psicoterapeuta familiar assim como Francisco Teixeira Presidente do Movimento dos estudantes angolanos.

Para o Jurista Adão Luciano, o nosso processo de educação tem vantagens e desvantagens, uma vez que cada cidadão tem uma visão diferente das coisas.

“Aqui encontramos um processo sistemático, em que as crianças aprendem a se desenvolver e a terem prioridades nas escolhas”.

Outro facto abordado pelo Jurista foi a questão da tipologia de educação que as pessoas aprendem.

Adão Luciano fez saber que “temos em nós a educação formal e informal, sendo a formal aquele em o professor ministra as aulas aos alunos, já o informal é aquela que os alunos aprendem com a convivência dos colegas no dia-dia”.

Na Visão jurídica e segundo o artigo 1º da Convenção sobre as crianças, entende-se como criança, “todos aquele que tem menos de 18 anos da idade”. Disse o Jurista.

Entretanto o Presidente do MEA Francisco Teixeira sobre esta questão acusa o Ministério da educação de matricular crianças para estudarem no período da Noite, violando assim a convenção.

Francisco Teixeira que falava da visão Pedagógica, disse por outro lado que “relativamente ao sistema de ensino angolano, o governo gere apenas 30% da educação em Angola, sendo que os 70% esta entregue as mãos do privado”.

Em relação a construção de escolas e as condições das mesmas, o Presidente do MEA, afirmou que “o governo não construi escolas mas sim salas de aulas”, tudo porque a construção de escolas exige “melhores estruturas e condições permanentes, assim como a proximidade com a comunidade”. Finalizou Francisco Teixeira.

A criança angolana e a prioridade a educação não visão psicológica, foi analisado pela Psicóloga organizacional e Psicoterapeuta familiar Maria futa, na abordagem a Psicóloga fez saber que quando se olha para educação, não Devemos pensar somente na formação académica, mais sim “na construção de um ser humano com melhores conhecimentos sociais, culturais e psicológicos sendo estes grandes pilares da educação”.

A Psicóloga falou ainda sobre os Benefícios psicológico, a transformação pessoal, a auto-estima funcional, que significa “saber estar, saber defender-se, saber lidar com varias situações da vida”.

Ao terminar a Psicóloga Maria Futa lembrou que “um país aonde se valoriza a educação ou o sistema de ensino não existe pobreza, sendo que o professor é tudo para o engrandecimento e desenvolvimento de um país”.

Repórter Adão dos Santos

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